quinta-feira, 17 de junho de 2010

FALE




“A ansiedade no coração do homem gera depressão, mas uma palavra boa o alegra” Provérbios 12:25

Poucas coisas são tão poderosas quanto palavras certas ditas na hora certa. Do mesmo modo, palavras retidas quando a oportunidade de usá-las se vai são um fardo muito pesado. 

Olhando para o seu passado, um especialista em relacionamentos oferece estas comoventes palavras:
“Lembro-me de quando saí com o seu carro novo e o destruí. Pensei que você ficaria lívido e fosse me reduzir a zero, mas você não fez isso. Lembro-me de quando fomos à praia e você não queria ir porque disse que choveria. Fomos e choveu. Eu tinha certeza de que você esfregaria aquilo na minha cara e diria: ‘Eu avisei!’ Mas você não fez isso. Então, houve aquela vez em que derramei suco de uva na parte da frente do seu smoking branco novo. Eu sabia que você ficaria irritado e me culparia. Mas você não o fez. E lembra-se daquele jantar formal? Eu me enganei e disse que o traje seria esporte. Você estava vestindo jeans e se sentiu um peixe fora d’água. Eu tinha certeza de que você teria uma crise de raiva e me deixaria plantado ali. Mas você não fez isso. Eu queria lhe dizer o quanto amava você e o quanto era grato por todas essas coisas quando você voltasse do Vietnã. Mas você não voltou.”

Salomão disse: “Há tempo… de falar” (Eclesiastes 3:). Mas é um tempo limitado, e quando ele passa, pronto, acabou. Não passe o seu futuro lamentando e carregando palavras não ditas que alguém precisava ouvir. “As palavras agradáveis são como um favo de mel, são doces para a alma e trazem cura para os ossos” (Provérbios 16:24). Não espere mais, fale!

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Você pode pedir para receber o devocional na sua casa: http://www.palavraparahoje.com.br/v2/

terça-feira, 15 de junho de 2010

Brasil


Brasil, gigante pela natureza de Deus
Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul

Os teus poetas cantaram em versos e prosas
As tuas belezas Brasil
Entre as nações se comenta as tuas riquezas e encantos mil
Porém de outro lado, os que te odeiam
Se esforçam pra te denegrir
Levantam bandeiras de fome e pobreza,
Injustiça a pairar sobre ti
Mas eis que o povo de Deus
Te enxergando com os olhos da fé,
Conhecendo o amor que o Senhor tem por ti
Abre a boca pra profetizar

Brasil, tu serás conhecido por nação cujo Deus é o Senhor
Não temas em ser tudo aquilo
Para o qual o teu Deus te chamou
Se creres verás, se cumprir sobre ti o que ele prometeu
Se creres, serás um gigante pela natureza de Deus

segunda-feira, 14 de junho de 2010

REFLEXÃO PARA CASAIS - BUSQUE A FELICIDADE AGORA!

Só Deus pode Restaurar esse Amor - Ton Carfi

O sonho e o tempo


Hoje eu vou literalmente copiar uma mensagem de uma grande amiga bloqueira...
Você pode conferir essa e outras mensagens nos blogs dela.
- Salmo 37
- Vale de ossos
Neuma: Obrigada por estar ao meu lado trazendo sempre de novo mensagens que trazem alento aos corações cansados e sem esperança. Tina



Sonho, palavra encantadora.

Tempo, palavra enigmática.

Sonhar, verbo difícil de conjugar com o Tempo.

Os sonhadores sabem do que estou falando, não falo dos que tem um sonho, praticamente todos temos; falo daqueles que vivem com um sonho que marca o compasso da vida.

O tempo trabalha (todo o tempo) contra o sonho, são inimigos inconciliáveis, quanto mais tempo, menos sonho, já percebeu?

É como se o tempo ganhasse sempre matando o sonho de cansaço, é uma luta desigual, bem do estilo Davi e Golias, o sonho é apenas isso – um sonho; enquanto o tempo, por sua vez, é perceptível e traz consigo um aliado de peso, o desânimo.

Porém, da mesma forma que o confronto bíblico entre o gigante e o rapaz franzino, teve um desfecho surpreendente, o duelo sonho x tempo também pode acabar em zebra, só depende de um relevante detalhe: De quem é o sonho?

Se o sonho for teu, aí não tem jeito, o tempo vence fácil, fácil, é só….uma questão de tempo. MAS, se o sonho for de DEUS, aí a questão muda COMPLETAMENTE, não tem tempo que sufoque este sonho, ele é, predominantemente, invencível.

A meta dos cristãos é louvar a DEUS, temos que viver nessa perspectiva, tudo em nós tem que louva-LO, inclusive e principalmente, nossos sonhos, pois, em primeiro plano, SONHAR É EXALTAR AO SENHOR, sonhar é atestar SUA fidelidade, sonhar é insistir na crença que servimos ao DEUS de TODAS as possibilidades, APESAR do tempo.

DEUS está, permanentemente, nos convidando a sonhar, simplesmente porque ELE se delicia quando ousamos sonhar GRANDE e perseverantemente, sonhar aqueles sonhos que cheiram a insanidade para o olfato do mundo, isto alegra à DEUS, quanto maior o sonho, maior é o louvor, quanto mais megalômanos somos em nossos sonhos, mais sonora é nossa louvação.

Quanto mais ando com DEUS, mais aprendo que ELE adora filhos atrevidos, além do mais, a Bíblia apresenta inúmeros exemplos que confirmam essa teoria:
Jó foi bem atrevido em seus questionamentos; como DEUS reagiu? Cobriu-o de recompensas, tornou-o mais próspero do que antes de toda aquela tragédia;
Jacó foi ousadíssimo ao lutar com DEUS em prol de SUA benção, o que DEUS fez? Entregou-lhe a sua verdade, o fez “renascer” com uma nova identidade.
E Calebe? Viu nos gigantes apenas uma oportunidade de DEUS mostrar SEU poder, mais coragem impossível, o que obteve com isso? Entrou na Terra Prometida e ganhou seu quinhão.
E o que dizer da atitude da heroína judaica Esther? Ela adentrou ao pátio do rei para salvar seu povo, era essa a missão que DEUS havia reservado a ela, podia ter morrido, mas, DEUS honrou sua obediência intrépida.

DEUS vibra com atitudes assim – uma fé destemida, uma confiança (NELE) irreverente, um sonhar corajoso; temos que driblar a racionalidade quando o assunto é sonhar os sonhos de DEUS para nós. Sonhar quinquilharias é debochar DELE; sonhar miúdo é pura heresia, o que pode ser difícil para AQUELE que esculpiu as galáxias e desenhou os meandros de cada célula? O que pode ser impraticável para QUEM arquitetou os “buracos negros” e construiu os átomos?

Para você que SONHA um SONHO de DEUS, apesar do tempo, partilho a certeza de que o tempo é apenas uma miragem passageira, fica menor a cada segundo, e O SONHO não está lá em algum lugar, ele está sendo gerado na tua vida a cada segundo de tempo que padece. Não permita que o comparsa do tempo, o desânimo, consiga extorquir tua esperança, antes disso, alie-se com a PACIÊNCIA, prima-irmã dos SONHOS realizados.

DEUS lança luz sobre toda a espera: “Se esperamos por aquilo que não vemos, esperamos com paciência.” Rm 8:25, se andamos com DEUS e nosso sonho é antes DELE do que nosso, então, nesse caso, mais uma vez, burlamos a lei do mundo, esse é o jeito de DEUS, ELE coloca de cabeça para baixo a lógica e revira de ponta cabeça toda razão. Se para o mundo o sonho e o tempo são rivais, no reino de DEUS em nós, o tempo é ferramenta para talhar o sonhador e polir o SONHO.

No salmo 119, o salmista clama a DEUS para que ELE não permita que suas esperanças sejam envergonhadas; pode crer, aqueles que sonham com DEUS, terão, em algum tempo, no tempo certo, suas esperanças honradas para a SUA GLÓRIA. AMÉM!
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Como posso saber se um sonho é de meu ou é de Deus?
Deus não muda, toda sua vontade, sua verdade estão escritas em sua Palavra...
Os mandamentos de Deus não valiam só antigamente...
Eles também não podem ser obedecidos pela metade....
Apocalipse 3:16 porque és morno.. estou a ponto de vomitar-te da minha boca...
Você sonha com algo que vai contra os princípios bíblicos? Então, desculpa, mas o sonho é só teu e não tem a benção de Deus.
 
Você sonha com algo que Deus apóia? Seu sonho está fundamentado na verdade de Deus?

Você está obedecendo a Deus, apesar de parecer loucura?
Então confie nas promessas de Deus, obedeça e espere, pois no tempo de Deus, Ele agirá...

sábado, 12 de junho de 2010

Louca



Tô doido! Tô doido! Tô doido! II
por Mário Machado

Salve os loucos pra esse mundo, que ousaram ser diferentes,
Quando a mediocridade nivelava tanta gente!
Salve o empresário que decidiu ser sem-teto, influenciando assim seu filho e neto!

Abraão, Isaque, Jacó, malucos de dar nó!
Ouviram vozes, falaram coisas estranhas, e na sua estranhice, viveram sós.
O mundo dos malucos é solitário...
Quem tiver juízo, que me diga o contrário.

Salve de novo Elias, Eliseu, Isaías, Jeremias...
Homens capazes de ver o que ninguém mais via!
Excêntricos, malucos autênticos, no verdadeiro sentido da palavra.
No entanto, reis tremiam quando eles falavam!
Abalaram os alicerces da razão, ousando andar com Deus,
Enquanto o mundo ia em outra direção.
Foram caçados, escorraçados, peregrinaram sem parada e nem sossego,
Mas como loucos, com olhos esbugalhados, cabelos esvoaçantes, desgrenhados,
Gritavam pelas ruas palavras ininteligíveis, divinas...
A Bíblia mostra que quando um louco morre,
Sua história, sua influência, o que faz ou pensa, não termina.

E veio o batista João! Doidão, doidão, doidão!
Comendo gafanhotos, mel silvestre, morava no deserto o cabra da peste!
Anunciando um que seria mais maluco do que ele ou qualquer um de nós!
Um que dizia ser o Filho de Deus! Ele próprio, sua encarnação, seu coração, sua voz.
Este, foi crucificado, morto e enterrado, pela razão, pela versão oficial,
Porém, numa histeria coletiva, muitos afirmam categoricamente tê-lo visto ressurrecto
E que a vista de mais de quinhentos irmãos, subiu ao céu glorificado, vencendo todo o mal.

Loucura! Loucura! Loucura! A loucura do evangelho!
A loucura da esperança, pra criança, pro velho...
Quem é mais sábio que um louco, que espera que em muito pouco,
Mas muito pouco tempo, Jesus volte e então pelo nome, para si o chame!
Salvem os loucos desse mundo, que o rejeitaram e mudaram a glória de Deus em vexame!
Salve os homens de fé, que na sua loucura, conseguem enxergar a vida, louca como ela é.
Muitos desses já tombaram, mas graças a Deus, ainda há muitos de nós em pé.

Para ruminar vida afora:

"Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens" I Corintios 1:25.

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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Nunca PARE de Lutar


Nunca Pare de Lutar
POR :Ludmila Ferber


O que vem pra tentar ferir
O valente de Deus
Em meio às suas guerras?

Que ataque é capaz
De fazê-lo olhar pra trás
E querer desistir?

Que terrível arma é
Usada pra tentar paralisar sua fé?

Cansaço, desânimo
Logo após uma vitória
A mistura de um desgaste com um contra-ataque do mal
A dor de uma perda, ou a dor da traição
Uma quebra de aliança, que é raiz da ingratidão

Se alguém está assim, preste muita atenção
Ouça o que vem do coração de Deus:

Em tempos de guerra, nunca pare de lutar
Não baixe a guarda, nunca pare de lutar
Em tempos de guerra, nunca pare de adorar
Libera a Palavra, profetiza sem parar

O escape, o descanso, a cura
A recompensa vem sem demora

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Infinitamente Mais


Infinitamente Mais

Composição: Asaph Borba

Sim, eu sei Senhor que tu és soberano
Tens os teus caminhos tens teus próprios planos
Venho pois a cada dia, venho cheio de alegria
E me coloco em Tuas mãos pois és fiel

Sim, eu sei Senhor que tu és poderoso

És um Deus tremendo, Pai de amor bondoso
Venho pois a cada dia, venho cheio de alegria

E me coloco em tuas mãos pois és fiel

Fiel é tua Palavra oh Senhor
Perfeitos os teus caminhos meu Senhor
Pois sei em quem tenho crido Também sei que és poderoso

Pra fazer infinitamente mais (2 vezes)
Do que tudo que pedimos infinitamente mais
... Sentimos - pensamos - cremos infinitamente mais

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Se Deus quiser.... aquilo que parece murcho, sem vida, sem esperança... ELE pode mudar, pois pode fazer infinitamente mais..

” Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera” (Efésios 3.10)

terça-feira, 8 de junho de 2010

Louve!


Salmo 150
1 Louvai ao SENHOR. Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento do seu poder.
2 Louvai-o pelos seus atos poderosos; louvai-o conforme a excelência da sua grandeza.
3 Louvai-o com o som de trombeta; louvai-o com o saltério e a harpa.
4 Louvai-o com o tamborim e a dança, louvai-o com instrumentos de cordas e com órgãos.
5 Louvai-o com os címbalos sonoros; louvai-o com címbalos altissonantes.
6 Tudo quanto tem fôlego louve ao SENHOR. Louvai ao SENHOR.

Que tal ouvir músicas evangélicas enquanto você estiver navegando na internet?
Coloque uma página com músicas de louvor como página inicial....
Duas sugestões...
clique e confira...
Rádio Evangélica Online
Rádio Vivos

domingo, 6 de junho de 2010

Vigiar


6 de Junho - Mananciais no Deserto - Lettie Cowmann

Vigiai em oração. (1 Pedro 4.7)

Amigo, não enfrentemos este mundo perigoso, sem oração. 
Muitas vezes quando vamos orar à noite, o sono pesa em nossas pálpebras; um árduo dia de trabalho é uma espécie de desculpa, e costumamos abreviar a oração para nos deitarmos mais depressa. 
Chega a manhã do dia seguinte e acontece que nos levantamos atrasados. 
Então não fazemos a hora devocional, ou a fazemos apressadamente.
E assim não vigiamos em oração! 
A vigilância é mais uma vez deixada de lado! 
E seria isso reparável? 
Acreditamos firmemente que não.

Nesse caso, o que está feito, não pode ser desfeito. 
Quando negligenciamos a oração, sofremos as conseqüências.
A tentação vem e não estamos preparados para enfrentá-la. 
Surge um sentimento de culpa no coração, e nós como que guardamos certa distância de Deus. 
Se algum dia permitimos que a sonolência nos impeça de orar, não é de admirar que depois falhemos nos compromissos pessoais.

Os momentos de oração, roubados pela preguiça, não podem ser recuperados. 
Podemos aprender a lição, mas não podemos obter de volta o rico frescor e a renovação que estavam envolvidos naqueles momentos. — Frederick W. Robertson

Se Jesus, o poderoso Filho de Deus, sentia necessidade de se levantar antes do amanhecer e derramar Seu coração ao Pai, em oração, quanto mais devemos nós orar a Ele, que é o Doador de toda boa dádiva e que nos prometeu tudo o que é necessário para o nosso bem?
Não podemos fazer idéia do que o Senhor Jesus trazia à Sua vida através da oração; mas isto sabemos, que a vida sem oração é uma vida sem poder. 
Uma vida sem oração pode ser ruidosa e bastante movimentada, mas está muito distante dAquele que, dia e noite, orava a Deus. — Selecionado

Senhor, eu tenho falhado;
Concede-me o Teu perdão:
Senhor, restaura-me os anos
Que me comeu a locusta,
No meu viver de oração.
Amém.

terça-feira, 1 de junho de 2010

ansiedade


1º de Junho - Mananciais no deserto - Lettie Cowmann

Este é o descanso, dai descanso ao cansado; e este é o refrigério. (Isaías 28.12.)
Por que nos inquietarmos?
De que serve a ansiedade?
Estamos a bordo de uma embarcação que não seríamos capazes de pilotar, ainda que o grande Capitão nos colocasse ao leme; cujas velas nem sequer saberíamos manejar; e contudo nos inquietamos, como se fôssemos o capitão ou o timoneiro.
Aquietemo-nos!
Deus está no leme!
Talvez pensemos que todo esse rumor e confusão que nos rodeiam são sinais de que Deus deixou o Seu trono.
Mas não é verdade.

Os corcéis de Deus avançam impetuosamente e a tempestade é o Seu carro; mas há um freio em suas queixadas, e Ele tem as rédeas em Suas mãos e guia-os como quer! Jeová ainda reina; creiamos nisso.
Paz seja conosco! Não temamos. — C. H. Spurgeon

Minha alma, esta noite,
Repousa tranqüila:
Tormentos estalam, nos mundos de Deus.
Nos mundos de Deus, e não teus.
Fica em paz.

Minha alma, esta noite,
Repousa sem medo:
O braço de Deus conterá o tentador.
O braço de Deus, não o teu.
Fica em paz.

Minha alma, esta noite,
Repousa confiante:
Do seio de Deus vem consolo ao que chora
Do seio de Deus, não de ti.
Fica em paz.

Minha alma, esta noite,
Descansa tranqüila:
O amor do teu Deus é constante e não muda.
O amor do teu Deus, não o teu.
Fica em paz.

Não devemos dar lugar ao desânimo. É uma tentação perigosa — uma cilada sutil do inimigo.
A melancolia faz contrair-se e murchar o coração, tornando-o incapaz de receber as impressões da graça. Ela exagera as dificuldades e lhes dá um colorido falso, e o nosso fardo torna-se, assim, pesado demais. Os propósitos de Deus a nosso respeito, e os Seus métodos de realizar esses propósitos são infinitamente sábios.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

com muito louvor


"Deus não rejeita oração
Oração é alimento...
Nunca vi um justo sem resposta ou ficar no sofrimento
Resta somente esperar o que Deus pode fazer
Quando Ele estende suas mãos
É a hora de vencer
Então louve, simplesmente louve
Tá chorando louve, precisando louve
Tá sofrendo louve, não importa louve
Teu louvor invade o céu...
Deus vai na frente abrindo o caminho
Quebrando as correntes, tirando os espinhos
Ordenas aos anjos pra contigo lutar
Ele abre as portas pra ninguém mais fechar
Ele trabalha pra os que nele confia
Ele caminha contigo de noite ou de dia
Erga suas mãos, sua benção chegou
Comece a cantar com muito louvor
Com muito louvo, com muito louvor
Com muito louvor...
Agente precisa entender o que Deus está falando
Quando Ele fica em silêncio é
Porque está trabalhando
Resta somente esperar..."
Cassiane - Com muito louvor

terça-feira, 25 de maio de 2010

PORTAS ABERTAS



No dia 12 de abril de 2010, postei neste blog uma notícia sobre duas moças que iriam ser julgadas por amarem a DEUS.

Hoje recebi a seguinte notícia:
Jovens cristãs são inocentadas de todas as acusações
DEUS É FIEL E CONTINUA MOSTRANDO O SEU PODER... CONFIE E CREIA VOCÊ TAMBÉM.

"O meu corpo e o meu coração poderão fraquejar, mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre." Salmo 73.26


Abaixo a notícia na íntegra:
Após 14 meses de sua prisão por suas atividades cristãs, Maryam Rostampour e Marzieh Amirizadeh foram inocentadas de todas as acusações contra elas. No entanto, as autoridades iranianas alertaram que futuras atividades cristãs no Irã terão consequências sérias.

No sábado, dia 22 de maio de 2010, as jovens deixaram o Irã e chegaram em segurança a outro país. Sam e Lin Yeghnazar, fundadores do ministério Elam e pais espirituais de Maryam e Marzieh, as encontraram no aeroporto. Foi uma reunião emocionante.

“Ficamos muito felizes ao reencontrá-las. Agora, queremos vê-las descansadas e recuperadas”, afirma Lin Yeghnazar.

Maryam e Marzieh querem agradecer a todos os cristãos que oraram por elas. “Somos muito gratas a todos que oraram por nós. Não tenho dúvidas de que Deus ouviu a oração do seu povo”, disse Marzieh. “Acredito que nossa prisão e nossa liberação aconteceram no tempo e plano exatos de Deus, e foram para Sua glória. Mas as orações nos encorajaram e nos sustentaram durante essa provação”, acrescentou Maryam.

As duas jovens mostraram muita coragem, ousando dizer ao juiz que elas nunca negariam sua fé em Cristo. Quando Sam Yeghnazar contou para elas que esse exemplo encorajou centenas de pessoas em todo o mundo, elas responderam: “Somos seres humanos frágeis, com muitas fraquezas. Que toda a honra e glória sejam ao Senhor, que nos guardou e nos usou, apesar de não sabermos por que Ele nos escolheu. Toda a glória seja dada a Ele”.

Maryam e Marzieh foram presas em março de 2009 por causa de sua fé em Cristo, e foram muito pressionadas para negar Jesus. Elas enfrentaram diversos interrogatórios, semanas de confinamento na solitária, e condições precárias na prisão. Ambas ficaram muito doentes durante o período de encarceramento e não receberam o tratamento médico necessário, o que aumentou o sofrimento.

Apesar de tudo isso, elas permaneceram fiéis a Jesus Cristo, e não o negaram. Depois de receberem a liberdade condicional em novembro de 2009, elas aguardaram seis meses até que o caso fosse ouvido no tribunal.

“Vimos o Senhor realizar milagres muitas vezes. Ele nos sustentou e nos abençoou na prisão, e também durante o período de espera pela audiência final”, declara Marzieh.

Tradução: Missão Portas Abertas

sexta-feira, 21 de maio de 2010

amigos


21 de maio - Pão Diário
Amigo de verdade

Provérbios 17:17 - Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão.
(João 15:15b).[Jesus disse:] Eu os tenho chamado amigos

Quantos amigos de verdade você tem? 
Para quantas pessoas você pode dizer tudo o que sente e pensa, sem medo de ser julgado ou ridicularizado? E quantos são os que dizem toda a verdade a seu respeito, por mais dolorosa que seja, simplesmente por amarem você e desejarem vê-lo bem? 
Estes são nossos amigos verdadeiros – e eles não são muitos. 

Não são os que estão conosco enquanto temos o que lhes oferecer; amigos são aqueles que estão ao nosso lado simplesmente porque gostam de nós. E pronto!
Leia novamente o versículo em destaque. (João 15:15b).[Jesus disse:] Eu os tenho chamado amigo.
É impressionante pensar que Jesus chama seus seguidores de amigos e não de servos. 
Jesus fez um upgrade em nossa relação com ele. 
E mais: por amizade e amor ele entregou sua própria vida (João 15:13). 
Você teria coragem de morrer por algum amigo seu? 
Como você consideraria um amigo que tivesse essa coragem? 
Pois bem, Jesus teve! 
Ele é o melhor amigo que alguém pode ter! 
A amizade é uma das relações mais frutíferas e indispensáveis ao ser humano. 
Quem não tem amigos é uma pessoa incompleta, pois não encontra no outro o espelho de que necessita para se enxergar melhor e, assim, crescer! 
Amigos têm prazer em conviver, partilhar, realizar projetos, dar risadas, relembrar o passado, projetar o futuro. 
É assim a sua relação com Deus? 
Tão prazerosa e bonita quanto – se não mais ainda – uma amizade verdadeira entre seres humanos pode ser?
Jesus quer ser amigo de todos – e para ser seu amigo é preciso obedecer a ele (João 15:14).


Enquanto esteve aqui, ele foi amigo de “pecadores” – como prostitutas e coletores de impostos, desprezados pelos religiosos de sua época. 
Isso mostra que Jesus usa critérios bem diferentes dos nossos na hora de escolher seus amigos. 
Seja você também amigo de Jesus e um bom amigo de quem quer que seja, para que mais pessoas conheçam seu Amigo de Verdade. - Wanderley de Mattos Jr - São Paulo/SP
Ter amigos é importante,

mas ser amigo de Cristo é vital.

O Pão Diário é uma publicação da rádio transmundial: http://www.transmundial.com.br

sábado, 15 de maio de 2010

Maravilhoso


Senhor meu Deus, Quando eu maravilhado,
Fico a pensar nas obras de Tuas mãos
O céu azul de estrelas pontilhado,
O seu poder mostrando a criação.

Então minh'alma canta a Ti, Senhor.
Quão Grande és Tu.
Então minh' alma canta a Ti, Senhor.
Quão Grande és Tu.

Quando a vagar nas matas e florestas
O passaredo alegre ouço a cantar
Cruzando os montes, vales e florestas
O Teu poder mostrando a criação.

Então minh'alma canta a Ti, Senhor.
Quão Grande és Tu.
Então minh'alma canta a Ti, Senhor.
Quão Grande és Tu.

Quando eu medir o Teu amor tão grande
Teu Filho dando ao mundo pra salvar
Na cruz verteu seu precioso sangue
Minh'alma pôde assim purificar.

Então minh'alma canta a Ti, Senhor.
Quão Grande és Tu.
Então minh'alma canta a Ti, Senhor.
Quão Grande és Tu.

E quando enfim, Jesus vier em Glória
E ao lar celeste então me transportar
Eu adorarei, prostrado e para sempre
Quão grande és Tu, meu Deus, hei de cantar.

Então minh'alma canta a Ti, Senhor.
Quão Grande és Tu.
Então minh'alma canta a Ti, Senhor.
Quão Grande és Tu.

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Quão Grande És Tu
Letra e Música: Carl Boberg 1859-1940)
Esta história começa na Suécia. Carl Boberg nasceu em Monsteras, na Costa sudoeste da Suécia, em 16 de Agosto de 1859. Seu pai era carpinteiro num estaleiro de navios, e sua casa dava bem para o estuário do rio Monsteras. Carl converteu-se aos 19 anos de idade. Num certo domingo, quando ia para a reunião, encontrou-se com alguns jovens pouco mais velhos do que ele, os quais insistiam para que fosse jogar em sua companhia e de algumas garotas amigas. Carl, que esperava encontrar, na reunião, o pregador que anteriormente tinha tocado profundamente em seu coração, e, não querendo perder o seu novo sermão, não aceitou o convite dos amigos.

A mensagem do pregador, naquele domingo, sobre o pecado e a graça foi direta ao coração de Boberg. Após a reunião, todavia, vagueou de um lado para outro sob profunda convicção de pecado, a tal ponto que, ao chegar a uma campina, caiu de joelhos e confessou-se um pecador irremediavelmente perdido. Nesse estado de espírito buscou o perdão, orando dia e noite, até que, ouvindo um menino tentando aprender de cor o versículo de João 14.13, que diz: "Tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei", a sua constante repetição fez com que ele compreendesse a verdade e assim encontrasse perdão e paz, simplesmente aceitando as palavras de Cristo.

Quatro anos mais tarde, no verão se 1885, Boberg escreveu o poema "O Store Gud", que conhecemos agora como "Quão Grande és Tu", e que foi publicado pela primeira vez em "A Folha de Monsteras", no dia 13 de Março de 1886. De 1890 até 1916 Boberg foi editor de um semanário cristão, "Testemunho da Verdade". De 1911 até 1924 foi representante de sua cidade no Parlamento Sueco. Sofreu, porém, um derrame em 1937, que paralisou o seu lado direito, vindo a falecer em 1940.

Naquele dia quente de verão de 1885, Carl Boberg e outros da sua cidade foram a uma reunião que se realizaria a duas milhas ao sul de Monsteras. De volta para casa, desabou uma tempestade; os raios riscaram os céus e os ventos sopraram sobre as plantações. Em apenas uma hora a tempestade cessou e o arco-iris apareceu! Chegando em casa, Boberg abriu a janela e viu o estuário que ficava em frente à sua casa, como se fosse um límpido espelho. Repetiu, então, baixinho, os versos de Nicander: "Bem vinda, ó brilhante tarde; Bem vinda, calma e linda".

Da outra banda do rio ouviu o canto dos pássaros no bosque. Tinha havido um funeral naquela mesma tarde e, de longe, podia ser ouvido o repicar dos sinos, na quietude daquele entardecer. A atmosfera e a beleza da paisagem tocaram a mente poética de Boberg e ali encontrou expressões para escrever o hino que hoje conhecemos come "Quão Grande és Tu".

Em 1891, Boberg, sendo editor de um daqueles periódicos, publicou o seu hino com aquela música.

É interessante notar que já em 1910 este hino havia sido traduzido para o português, pelo ilustre hinólogo Dr. João Gomes da Rocha, tradutor de inúmeros hinos, e foi publicado no hinário "Louvores", em 1938, pelo Centro Brasileiro de Publicidade Ltda. Esta tradução constava de dez estrofes e coro (Se os Hinos Falassem, Vol.1).

Em 1907 apareceu uma versão em alemão, feita por Manfred Von Glehn, residente na Estônia. Mas em 1927, outro pregador russo, Ivan S. Prokhanoff, conhecido como o "Martinho Lutero da Rússia moderna", publicou uma versão em russo, a qual foi incluída no hinário chamado "Kimvale" (Címbalos), uma coleção de hinos traduzidos de várias línguas.

Em 1923, o inglês Stuart Keene Hine, um dos nossos mais dinâmicos e dedicados missionários, deixou a Inglaterra, a sua terra natal e foi com sua esposa anunciar o Evangelho na Ucrânia.

Ali conheceram a versão russa de "Grandioso és Tu", logo que havia sido publicada por Ivan S. Prokhanoff. O Sr Hine e sua esposa não sabiam, ainda, que o mesmo havia sido escrito originalmente em sueco. Eles apenas recordam-se de que o cantavam em dueto em campanhas evangelísticas.

Na pequena vila mais próxima das montanhas, na qual o autor subiu, ali mesmo ele pôs-se em pé na rua, cantou um hino Evangélico e leu, em voz alta, o capítulo três do Evangelho segundo João. Entre os atenciosos ouvintes que se aproximaram estava o mestre-escola (professor primário) daquela vila russa. Naquele momento foi-se formando uma grande tempestade e, não tendo o missionário onde se abrigar, o professor russo, que se tornara amigo, ofereceu-lhe hospedagem.

Como foram inspiradores aqueles "potentes trovões", ecoando através das montanhas! Foram aquelas impressões que deram origem à primeira estrofe do hino em inglês:

Senhor, meu Deus! Quando eu, maravilhado,
Considero as obras feitas por Tua mão,
Vejo as estrelas, ouço o trovão potente,
O Teu poder demonstrado através de todo o universo:
Então minha alma canta a Ti, Senhor,
Quão Grande és Tu! Quão Grande és Tu!

Prosseguindo, o escritor atravessou a montanha fronteiriça com a Roménia, e lá, nas Bukovinas, (a terra das frondosas faias) encontrou alguns crentes. Juntamente com os jovens, passeou "entre as clareiras dos bosques e florestas" e "ouviu os pássaros cantando suavemente sobre as árvores". Como que instintivamente, todos começaram a cantar o hino "Quão Grande és Tu", traduzido por Ivan S. Prokhanoff, acompanhados de bandolins e violões.

Assim, inspirados parcialmente pela letra em russo e parcialmente pela visão de "todas as obras feitas pela Tua mão", as estrofes seguintes foram surgindo, em inglês!

Quando eu vagueio pelas matas e clareiras na floresta,
E ouço pássaros a cantar nas árvores docemente;
Quando olho desde a grandeza da montanha altaneira
Ouço o riacho e sinto a suave brisa:
Então minha alma.....

Contudo, pouquíssimos daqueles habitantes dos Montes Cárpatos, que viram ao seu redor as maravilhosas "obras das Tuas mãos", sabiam algo a respeito da salvação que aquele mesmo Deus grandioso havia providenciado - a grande obra mencionada na terceira estrofe.

Esta foi inspirado pelo seguinte fato:

Enquanto o missionário distribuía folhetos, de vila em vila, numa distância de 120 milhas, deparou com uma notícia surpreendente: "Há um homem que já possui uma Bíblia, a somente 20 milhas daqui", disse alguém. Esta novidade levou o irmão Hine a dirigir-se à humilde casa dum homem chamado Dimitri. A saudação cristã do missionário causou grande surpresa e alegria ao hospedeiro, pois antes, apenas dois outros crentes o haviam visitado, tendo ousado atravessar aquelas montanhas!

E, como foi que Dimitri veio a conhecer a Cristo? É o que vamos ver em seguida:

Dezenove anos antes, os exércitos Czaristas invadiram os Cárpatos e a vila onde Dimitri morava ficava bem no limite. Na pressa em retirar-se, um soldado russo deixou a sua Bíblia para trás. Porém, ninguém, na pequena vila, sabia ler, e, assim, a Bíblia ficou guardada até o dia da visita do Sr. Hine!

A esposa do Sr. Dimitri foi a primeira a aprender a ler e, como uma criança que está aprendendo as primeiras sílabas, começou a soletrar em voz alta para todos os vizinhos admirados, as palavras de João 3.16: "Por- que Deus a- mou o mun - do de tal ma - nei - ra ...".Lentamente, mas com perseverança, ela soletrava em voz alta, a mais maravilhosa história já ouvida, até chegar ao relato da crucificação, Foi aí que as lágrimas começaram a rolar e, homens e mulheres, com os joelhos dobrados, invocaram a Deus em voz alta!

Cerca de 12 pessoas foram realmente convertidas e o irmão Hine chegou justamente naquele momento e pôde ouvir o clamor de todos juntos, cada um expressando (inconscientes da presença dos demais) a sua profunda admiração por verem, pela primeira vez, a revelação do amor de Deus manifestado no Calvário.

Eis o que diz a terceira estrofe (na versão em inglês):

"E quando penso que Deus não poupando a Seu Filho,
Enviou-O para morrer, - mal posso entender
Que sobre a cruz, suportando de bom grado o meu fardo,
Verteu Seu sangue e morreu a fim de tirar o meu pecado"

A quarta estrofe só apareceu após a segunda guerra mundial, durante a qual a casal Hine teve de transferir a sua residência para a Grã Bretanha. No ano de 1948 o país foi superlotado com a entrada de 100.000 refugiados de guerra, acrescidos aos 165.000 poloneses que lá já se encontravam. Quando um crente vindo de um país soviético foi visitá-los e deu-lhes oportunidade de fazer qualquer pergunta, um deles perguntou, expressando o desejo do coração de todos:

"Quando vamos para o lar?"

Que melhor mensagem poderia ser dada àquelas pessoas sem lar, do que a que anuncia Aquele que foi preparar um lugar para os "desabrigados". o lar celestial oferecido a quantos O receberam como Salvador e Senhor? Um russo foi convertido na Inglaterra e estava profundamente pesaroso por não poder dar a alegre notícia à sua esposa. Esta confessara o Senhor, a quem ele, naquela ocasião, não quis receber, e depois disso eles foram separados por causa da guerra, perdendo totalmente o contacto um com o outro. Agora ele anelava pelo dia "quando Cristo vier e levar-me ao lar", onde ela teria a grata surpresa de encontrar a esposo querido.

Esta confessara o Senhor, a Quem ele, naquela ocasião, não quis receber, e depois disso eles foram separados por causa da guerra, perdendo totalmente o contacto um com o outro. Agora ele anelava pelo dia "quando Cristo vier e levar-me ao lar", onde ela teria a grata surpresa de encontrar a esposo querido.

Inspirada por estes fatos, nasceu a quarta estrofe (na versão em inglês):

"Quando Cristo vier com brado de aclamação
E levar-me ao lar - que gozo encherá meu coração!
Então me prostrarei em humilde adoração
E proclamarei: Meu Deus, quão grande és Tu!"
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Versões eu já ouvi diversas, mas isso também não é o mais importante.
O que mais importa é que Deus realmente é Grande, continua sendo GRANDE e o seu poder você pode perceber todo dia na sua vida.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Pena



Uma pluma chamada Pena voava livre, leve e solta, navegando pelos ares, como se gravidade não houvesse. Seu colorido exuberante devia todo à ave mãe, da qual tragicamente se desprendera num dia cheio de dor e saudade.

Nesse vai e vem, entre dias de sol e de chuva fraca a torrencial, nada lhe arrancava do peito a imagem da ave mãe. A lembrança dos dias bons que passava grudada no corpo quentinho dela fazia-a ladear abismos, cruzar desertos escaldantes e encarar tormentas. A lembrança da ave-mãe era a razão do viver de Pena. Ela era a luz que dava sentido e rumo ao seu efêmero percurso.

Certo dia, quando fazia o seu vôo matinal, Pena deparou com outra pluma, de cores meio acinzentadas. Antes mesmo de Pena poder aproximar-se dela, ambas foram atingidas por uma tempestade e bombardeadas por pesadas gotas até caírem numa enorme e fedorenta sarjeta.

A outra pluma bufava e esperneava:

- Como é duro ser pluma! – queixava-se. - Preferia ser pedra. Pelo menos não penava tanto. Odeio tudo isso!

Pena muito se espantou com aquela atitude e indagou a colega:

- Mas isso não te traz à lembrança a sua ave mãe que te gerou e cuidou de ti por tanto tempo e quanta falta lhe faz? A saudade às vezes é um santo remédio.

Mas a pluma, nada entendendo, e de cara fechada e magoada, mergulhou de vez no lamaçal para nunca mais...

- Que pena! - pensou Pena – A ave mãe dela deve ter sido um urubu ou ave de rapina, coitada.

Depois que o sol despontou secando-a, Pena sacudiu a poeira e foi novamente levantada pelo vento. Findas mais algumas horas, avistou outra pluma aproximando-se, toda alegre, a rodopiar e dar piruetas acrobáticas pelos ares.

Na verdade o horizonte para onde ela ia estava repleto de nuvens negras amedrontadoras; raios e trovões de dar medo.

Depois de se apresentar, Pena perguntou:

- Estás alegre assim, por quê?

- Por que não estaria? - retrucou ela sem parar de se remexer.

- Ora, não estás vendo aquelas nuvens? É melhor nos abrigarmos em algum lugar seguro. Se não, sua alegria poderá acabar em muita dor.

- Dor? O que é isso? Ah, você se refere àquelas histórias da carochinha que contam para os pequeninos? Isso não passa de balela. Não existe dor, não vês? Vamos, pense positivo e viva a vida!

Antes que Pena pudesse abrir a boca, lá se foi ela, rodopiando pelos ares até desaparecer no horizonte.

Que pena! - Ela pensou mais uma vez e seguiu seu rumo à procura de abrigo.

Passada a tempestade, continuou a navegar e navegar dia após dia. É claro que Pena teve vários outros encontros e situações alegres e felizes; ou duras e amedrontadoras. Mas sempre as aproveitava para não perder a oportunidade de lembrar-se da sua adorada Ave-mãe e falar sobre ela aos outros.

Até que num belo dia, pousou numa lagoa bem mansa. Depois de lembrar pela última vez da ave mãe e agradecê-la, finalmente afundou.

Que pena!

Não de Pena, pois esta finalmente estava em paz, na Terra de Quem criou a Ave-mãe e assim, a ele. A pena é pela história, que chegou ao fim.

Quem olha assim para Pena e seu trajeto, só pode concluir: Valeu a pena, ah, valeu!
Autor e fonte:http://radioabed.blogspot.com
http://www.cslewis.com.br/