sexta-feira, 29 de abril de 2011

Quando tudo falhar... O Senhor seja louvado!


Nesta quarta-feira o Pastor David Wilkerson morreu em um acidente de carro. O acidente aconteceu a tarde, mas horas antes, na manhã daquele dia, o Pastor havia publicado o que seria seu último texto em seu site oficial. O devocional intitulado “Quando tudo falhar” fala exatamente de enfrentar dificuldades, mesmo as mais difíceis, utilizando a fé em Deus.

David Wilkerson foi um famoso evangelista americano, fundador e líder da Igreja da Times Square, em Nova York. Seu mais famoso livro foi “Entre a Cruz e o Punhal” que se tornou um best-seller traduzido para várias linguas do mundo e um aclamado filme.

Confira abaixo “Quando tudo falhar”, último texto do Pastor David Wilkerson:


O Senhor seja louvado!

Crer quando todos os recursos fracassam agrada muitíssimo a Deus e é altamente aceito por ele. Jesus disse a Tomé “Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram.” João 20:29

Bem aventurados os que crêem quando não existe evidência de uma resposta a sua oração. Bem aventurados aqueles que confiam mais além da esperança quando todos os meios fracassaram.

Alguém chegou a um lugar de desespero, ao final da esperança e ao término de todo recurso. Um ser querido enfrenta a morte, e os médicos não dão esperança. A morte parece inevitável. A esperança se foi. Orou pelo milagre, porem, esse não aconteceu.

É nesse momento quando as legiões de Satanás se dirigem a atacar sua mente com medo, ira e perguntas opressivas como “Onde está teu Deus? Você orou até não lhe restaram lágrimas, jejuou, permaneceu nas promessas e confiou” Pensamentos blasfemos penetraram em sua mente: “A oração falhou, a fé falhou. Não vou abandonar a Deus, porem não confiarei Nele nunca mais. Não vale a pena!” Até mesmo perguntas sobre a existência de Deus acometem sua mente!

Tudo isso foi dispositivos que Satanás empregou durante séculos. Alguns dos homens e mulheres mais piedosos de todas as eras viveram tais ataques demoníacos.

Para aqueles que passam pelo vale da sombra da morte, ouçam essas palavras: O pranto durará algumas tenebrosas e terríveis noites, mas em meio a essa escuridão logo se ouvirá o sussurro do Pai: “Eu estou contigo. Nesse momento não posso lhe dizer por que, mas um dia tudo terá sentido. Verás que tudo era parte de meu plano. Não foi um acidente. Não foi um fracasso da tua parte. Agarre-se com força. Deixe Eu te abraçar nessa hora de dor”

Amado, Deus nunca deixou de atuar em bondade e amor. Quando todos os recursos falham, Seu amor prevalece: Aferre-se a sua fé. Permaneça firme em Sua Palavra. Não há outra esperança nesse mundo.



Outras postagens com textos de david Wilkerson no meu blog:

domingo, 19 de dezembro de 2010

AMIGOS QUE ENCORAJAM


Muitas vezes na nossa caminhada, nos sentimos como esse girassol: morto, sem condições de servir para mais nada. Mas Deus, coloca no nosso caminho PESSOAS que já passaram pelas mesmas situações para mostrar que ELE está junto, nos ajudando e na maioria das vezes, nos carregando pelas dificuldades.
Obrigada Deus pelos amigos que tu colocaste no meu caminho!


19 de Dezembro - DEVOCIONAL MANANCIAIS NO DESERTO - LETTIE COWMANN

Isso vos acontecerá para que deis testemunho.
(Lucas 21:13)
A vida é uma subida íngreme, e quando alguém que já está mais no alto nos conforta lá de cima e nos anima a prosseguir na escalada isto faz bem ao nosso coração. Todos somos como um grupo de alpinistas, e precisamos ajudar-nos uns aos outros. Esta escalada em que estamos é um trabalho sério, mas glorioso. A chegada ao cimo requer força e passo decidido. À medida que subimos, a visão se amplia. Se algum de nós descobre alguma coisa que vale a pena, deve dizê-lo aos que estão mais em baixo.
— Amigo! É dura a escalada...
— Venha vindo!...
— Eu quase não vejo nada, Há brumas, isto me assusta...
— Amigo, venha subindo. Mais acima um pouco há luz!
— Vou indo...
— Amigo, a força me falta, o sol me queima!
— Tome alento:
Mais um pouco, há um arvoredo.
Venha vindo...
Já passei esse momento!
— Amigo, que bom ouvi-lo! Vou indo...
— Amigo, sinto-me só!
— Venha vindo...
Há outros um pouco acima.
Também passamos por isso, amigo!
Venha subindo...
— Isso me anima! Vou indo...
— E a sede? ...
— Há uma fonte fresca A direita, logo mais!
— E a noite?!...
— Há uma gruta nas pedreiras! Segura!
— Você, que está mais acima,
Às vezes fale comigo!
— Sim! Venha... Vamos subindo, amigo!
— Vou indo...
Oh a Luz que encontrei em Cristo!
A Sombra que achei em Cristo,
O Amigo que achei em Cristo,
A Fonte que achei em Cristo,
O Abrigo que em Cristo achei!
Amigo, venha também!

Vão indo de força em força; cada um deles aparece diante de Deus em Sião. (Sl 84.7.)
O SENHOR é a minha força. (Sl 118.14.)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Por Deus vale a pena

Cópia perfeita da mensagem de minha grande amiga virtual...



Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.

Eu, o Senhor teu Deus, te seguro pela tua mão direita, e te digo: Não temas; eu te ajudarei. Abrirei rios nos altos desnudados, e fontes no meio dos vales; tornarei o deserto num lago d`água, e a terra seca em mananciais.”

Is 41:10 e 18

NÃO TEMAS!

NÃO TE ASSOMBRES!

Aí está outra vez o conselho mais eloqüente e de DEUS dentro da SUA Palavra.

Ah, mas como é difícil atendê-LO! Como é difícil concentrar-se nestas palavras quando o mundo desaba sobre nós….Como é difícil manter a calma e a esperança quando tudo ao redor exclama – “Você perdeu! Teu sonho não se realizará! O que você mais quer não é a vontade de DEUS, desista!”

Como é penoso (e quase impossível), diante destas evidências, continuar lutando, perseverando, profetizando, confiando!

MAS, É O QUE DEUS QUER DE NÓS! ELE é objetivo, não deixa dúvidas, não faz mistério – “MEU FILHO, MINHA FILHA, NÃO TEMAS!!!

NÃO TEMAS PORQUE EU ESTOU AGINDO A TEU FAVOR,

NÃO TEMAS PORQUE EU ESTOU DO TEU LADO,

NÃO TEMAS PORQUE EU BATALHO PELA TUA CAUSA,

EU, EU MESMO, O DONO DO COSMOS, AQUELE QUE TRAZ A EXISTÊNCIA O QUE NÃO EXISTE SOU TEU AMIGO, AMO VOCÊ, SOU TEU PAI, TENHO O MELHOR PARA VOCÊ.

EU, O CRIADOR DOS CÉUS E DA TERRA, AQUELE QUE É DONO DE TODA AUTORIDADE E PODER, CONHEÇO CADA UMA DAS TUAS NECESSIDADES E AS SACIAREI.

SÓ TE PEÇO PARA NÃO TEMER, NÃO SE DESESPERE, ESTAMOS JUNTOS NISSO, O MEU PAPEL É REALIZAR…É FAZER EXISTIR O QUE NÃO EXISTE.

O TEU PAPEL É ENTREGAR NAS MINHAS MÃOS E ESPERAR.”

Sabemos que esta ordem é dura de seguir. Eu sei….e como sei! Mas, pense bem, é DEUS quem está pedindo, DEUS!!!! Se desistirmos, as chances de alguma alegria e vitória se anulam completamente.

Se O obedecermos, todas estas chances continuam vivas. Considerando QUEM pede e TUDO que ELE já fez, acho que vale a pena obedecer, continuar esperando, orando, acreditando e sustentando a chama da esperança acesa.

Por ELE vale a pena! Para que ELE ganhe, vale a pena! Para que ELE tenha a oportunidade de realizar SEU milagre e nos mostrar, outra vez, SEU poder criador, transformador e redentor, VALE A PENA!

Porque, no final da tua história, e da minha, haverá um desfecho que O glorificará e trará muita alegria para nós. Afinal, não esqueçamos que ELE é o personagem principal de cada história pessoal, e ELE não quer nossas trajetórias tenham finais melancólicos, ELE quer, para SUA própria honra, FINAIS CHEIOS DE FELICIDADE. O trabalho DELE é fazer, o nosso é deixá-LO fazer. Como? Tendo paciência, serenidade e fé, sem temer.

NÃO TEMAS.

Neuma Fernandes

domingo, 28 de novembro de 2010

alegres manhãs


28 de Novembro - Devocional Mananciais no deserto - Lettie Cowmann

Tu fazes alegres as saídas da manhã e da tarde. (Salmo 65.8.)


Levante-se cedo e vá à montanha, e de lá veja Deus fazer uma manhã.
O cinzento baço vai abrindo caminho, à medida que Deus empurra o sol para o horizonte; e haverá tons e pinceladas de todos os matizes, que se irão fundindo numa luz perfeita até surgir em cheio o sol redondo. 
E enquanto ele caminha majestosamente acima do horizonte, a natureza banhada de luz parece entoar hinos à sua vista.
A luz clara e pura da manhã fez-me desejar a verdade no meu coração, pois só ela me poderia fazer puro e claro como a luz e afinar-me conforme o tom do concerto da natureza à minha volta. 
O vento do amanhecer fez-me esperar no Deus que soprou nas minhas narinas o fôlego da vida, no desejo de que Ele me enchesse do Seu sopro, da Sua mente, do Seu Espírito; para que eu viesse a pensar só os Seus pensamentos e viver a Sua vida, achando aí a minha vida, infinitamente glorificada. 
Que seríamos nós, pobres seres humanos, sem as tardes e manhãs de Deus? — George McDonald

Mais um dia. Pela frente
Trabalho, surpresas, lutas.
Alegrias? Dissabores?
É um dia novo.
Não sei.
Mas eu Te conheço, Mestre;
Toma-me e toma o meu dia.
É mais um dia — na graça;
E na frente — o meu Pastor.

terça-feira, 5 de outubro de 2010


5 de Outubro - Mananciais do deserto - Lettie Cowmann

E sucedeu que... o ribeiro se secou. (1 Rs 17.7)

O preparo da nossa fé será incompleto se não entendermos que há uma providência na perda, um ministério na falha e enfraquecimento das coisas, uma dádiva no vazio.
As inseguranças materiais da vida contribuem para a sua firmeza espiritual. 
A tênue correnteza junto à qual Elias estava assentado e meditando, é uma figura da vida de cada um de nós. "E sucedeu que... o ribeiro se secou" — eis a história do nosso ontem e a profecia dos nossos amanhãs.
De uma forma ou de outra, teremos que aprender a diferença entre confiar no dom e confiar no Doador.
O dom pode ser bom por um tempo, mas o Doador é o Amor Eterno.
Querite representava um sério problema para Elias, até que chegou a Sarepta. 
Então tudo ficou claro como o dia. 
As palavras duras de Deus nunca são Suas últimas palavras. 
Os ais, as perdas e as lágrimas da vida fazem parte do interlúdio, não do fim.
Se Elias tivesse sido levado diretamente a Sarepta, teria perdido uma experiência que ajudou a fazer dele um profeta mais sábio e um homem melhor. 
Junto a Querite ele viveu pela fé. 
E quando em nossa vida se secar algum ribeiro de recursos terrenos, aprendamos que a nossa esperança e socorro estão no Deus que fez o céu e a terra.
F. B. Meyer

quinta-feira, 9 de setembro de 2010



09 de Setembro de 2010 

"Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos." Isaías 53:6

Pensamento: As ovelhas comumente se perdem, esquecendo-se o rebanho e o pastor. Perambulam sem destino, pois têm na mente nada mais do que a próxima moita de capim. Não há pensamento em lobos ou profundos precipícios. E muitas vezes nós estamos assim, tão preocupados com os desejos e circunstâncias presentes, que nos tornamos distraídos das conseqüências de nossas escolhas, e acabamos se afastando do rebanho. Mas nosso pastor é Jesus, e graças a Sua misericórdia, ele nos alcançou, e nos colocou de volta no caminho.

Oração: Obrigado Deus, porque o Senhor cuida de mim, não só como um pastor cuida de suas ovelhas, mas também como um pai que cuida do seu filho. Ajuda-me a vigiar e orar para que eu não me desvie e não me perca do rebanho. Eu oro em nome de Jesus. Amém.

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Como é bom saber que Jesus veio e tomou sobre si os nossos pecados, nossos erros, nossas angústias e fracassos.
melhor ainda é saber que Ele continua fazendo isso dia a dia... pois nós em vez de aprendermos, tentamos sempre de novo os nossos caminhos...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

angústia



8 de Setembro - Mananciais no deserto - Lettie Cowmann

Na angústia me deste largueza. (Salmo 4.1)

Este é um dos maiores testemunhos dados pelo homem quanto ao governo moral de Deus.
Não é uma palavra de ação de graças a Deus por ter sido livre de sofrimento.
É ação de graças por ter sido libertado através do sofrimento, pois diz: "Na angústia me deste largueza."
Ele declara que as próprias tristezas foram a fonte de um alargamento na vida.
E você já não descobriu mil vezes a verdade disto?
Está escrito a respeito de José na prisão, que o ferro entrou em sua própria alma.
Todos nós sentimos que o de que José necessitava para o bem de sua alma era justamente o ferro.
Ele tinha visto o brilho do ouro; tinha-se alegrado nos sonhos dos dias jovens, e os sonhos endurecem o coração.

Quem derrama lágrimas sobre a narrativa de um romance não estará muito apto a servir de auxílio na vida real; a verdadeira tristeza lhe parecerá muito sem poesia. 
Precisamos do ferro para alargar a nossa natureza.
O ouro é apenas uma visão; o ferro é uma experiência.
A corrente que me liga à humanidade precisa ser de ferro.
Aquele toque de humanidade que nos irmana com o mundo não é a alegria, mas a tristeza.
O ouro é parcial, o ferro é universal.

Minha alma, se você quer ser alargada na sua compaixão e na sua capacidade de sentir com os outros, precisa ser estreitada dentro de limites de sofrimento humano.
A prisão de José foi sua estrada para o trono.
Você não é capaz de carregar a carga de ferro de seu irmão, se o ferro ainda não entrou em seu coração.
As coisas que a limitam na verdade são as que a alargam.
As sombras da sua vida é que são o verdadeiro cumprimento dos seus sonhos de glória.
Não se queixe das sombras, minha alma, elas contém revelações melhores do que as dos seus sonhos.
Não diga que as sombras da prisão a acorrentaram; os grilhões das horas sombrias na verdade são asas — asas que a levam em vôo para dentro do seio da humanidade.
A porta da sua prisão dá para o coração do universo.
Deus a tem alargado, através dos grilhões da corrente do sofrimento. — George Matheson

Se José não tivesse sido prisioneiro, nunca teria sido governador do Egito.
A cadeia de ferro em que prendeu seus pés foi a preparação para a cadeia de ouro que foi colocada em volta do seu pescoço. — Selecionado

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Do menor ao maior



Devocional do dia 31/08/2010

“O grão de trigo… se morrer… dará muito fruto.” – João 12:24 NVI

O que você diz àqueles que acreditam em milagres quando eles não conseguem um? Ou quando a sua vida de repente sofre uma reviravolta? Ou quando sua empresa é destruída em um incêndio e o seu seguro não cobre isso? Ou quando seu cônjuge se envolve com outra pessoa? Ali jazem as suas esperanças de um casamento que duraria para sempre. Ali jazem as cinzas daquilo que você precisava perder, para ganhar o que Deus tinha reservado para você a seguir. É ao mesmo tempo uma situação de morte e de nascimento. E isso dói!

Para atingir a próxima dimensão de qualquer coisa, algo que você atualmente possui pode ser a oferta de sacrifício necessária. Jesus ensinou que algumas coisas em nossa vida precisam morrer, para que possamos renascer para o próximo nível. É isso que está acontecendo com você? Quando os problemas surgem, as nossas perguntas geralmente colocam a integridade de Deus em jogo. Ele realmente precisa ser extremamente seguro para Se manter firme no Seu plano diante das nossas hesitações e reclamações.

A verdade é que somente quando olhamos para trás é que percebemos que aquilo pelo que passamos foi apenas o “baile de debutante” da nossa capacidade de confiar - ou seja, mal começou o tempo em que a fé fraca passou a ser uma fé muito além do nosso alcance.

É do outro lado da dor que a nossa fé obtém o seu diploma, e, daí por diante, se recusa a ser intimidada por qualquer pessoa ou por qualquer coisa. Pense nisso!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

o que eu devo fazer?





"Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte." 
Provérbios 14:12

Pensamento: Quantas pessoas que conduzem a sua vida como lhe bem entendem não se importando com as conseqüências e nem se as suas atitudes vão prejudicar ou magoar o próximo. Para alguns este tempo já chegou, pois foi machucado ou injustiçado pelas atitudes dos outros. Estamos vivendo um momento em que as pessoas só pensam em si e no seu prazer, que nem sempre é o mesmo que o meu ou que o seu. Por isso, irmão e irmã, que está recebendo esta mensagem, vamos começar por nós. Vamos mostrar as pessoas que não conhecem a Jesus que existe um caminho que nos leva direto ao Senhor nosso Deus. Um caminho sem atalho ou desvio. Um caminho que não bifurca. Um caminho certo e reto que é o da justiça, do amor ao próximo e da generosidade.


Oração: Pai, oramos em nome de Jesus e peço que o Senhor nos mostre o melhor caminho, pois queremos caminhar por ele, não nos deixe desviar, por que sabemos que só há um caminho que nos leva a Tua Santíssima presença. Em nome de Jesus. Amém.

Devocional Aleatório

sábado, 21 de agosto de 2010

Jesus é o único caminho



“… Venham a Mim… Deixem-me ensiná-los...” – Mateus 11:28-29 NLT

Imagine que você é uma criança que estuda astronomia. 
Você lê sobre a primeira viagem à lua e começa a fazer todo tipo de pergunta à sua professora sobre viagens espaciais. 
“Como é lá na lua?” 
A professora responde: “Bem, eu acho”, ou “eu penso”, ou “talvez”. 
Ela nunca esteve lá. 

 Mas no dia seguinte, o astronauta Neil Armstrong entra na sua sala. 
“Agora façam suas perguntas”, diz a professora, e Armstrong responde a cada uma delas com segurança.
 Ele conhece a lua; ele andou nela. Não há especulação ou hesitação – ele fala com convicção. 






Jesus fez o mesmo ao falar às multidões: “Porque Ele as ensinava como quem tem autoridade...” (Mt 7:29 NKJV). 
Jesus conhece as dimensões do céu. 
Ele sabe a letra das músicas cantadas pelo coral de anjos. 
Ele tem um conhecimento sem paralelo de Deus – e Ele quer compartilhar o Seu conhecimento com você: “... Ninguém conhece o Pai a não ser o Filho, e aqueles a quem o Filho O desejar revelar” (Mt 11:27 NLT). Mas observe o que Jesus diz em seguida: “… Vinde a Mim, todos os que estais cansados de carregar suas pesadas cargas… Deixem-Me ensiná-los… e achareis descanso para as vossas almas” (Mt 11:28-29 NLT). Sublinhe as palavras “Deixem-Me ensiná-los”.

“Deixem-me ensiná-los a lidar com o seu dinheiro, com o seu casamento, e com as suas mudanças de humor. Deixem-Me ensiná-los a viver da maneira certa na terra, e como irem para o céu quando morrerem”. 

E não precisamos aprender? A era da informação se tornou a era da confusão: excesso de conhecimento técnico, e quase nenhum conhecimento dos motivos. 
Precisamos de respostas. 
Respostas que só Jesus tem. 
“Mas, posso confiar Nele?”
 Só há uma maneira de você descobrir! 
 Experimentando.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

passado



é uma luta vencer o passado, por isso achei pertinente postar duas mensagens do devocional: A Palavra para Hoje, dos dias 19 e 20 de agosto.
Aliás, quero agradecer imensamente, quem me inscreveu nesse site para receber o devocional. É muito bom...



Devocional do dia 19/08/2010

“...Júbilo e alegria se apossarão deles, tristeza e suspiro deles fugirão.” – Isaías 51:11 NVI

Todos nós temos capítulos de nossa vida que gostaríamos de reescrever. 
O psicólogo Dr. Harold Bloomfield disse: “A dor emocional não resolvida causa estragos no seu sistema imunológico, na sua função cardíaca, nos seus níveis hormonais, e em outras funções físicas. Devemos fazer as pazes com o nosso passado porque nossa vida pode literalmente depender disso”. 
Para superar o seu passado, você precisa em primeiro lugar começar a olhar para ele de um modo diferente. Reajuste-o. 
Pergunte: “De que maneira ele me tornou mais forte? O que sei agora e não sabia antes?” 
Não ponha o seu foco no que você perdeu, mas no que ganhou. 
Em segundo lugar, entenda a diferença entre culpa e vergonha. 
Culpa é se sentir mal pelo que você fez – é um sentimento saudável; vergonha é se sentir mal por quem você é – é um sentimento tóxico e debilitante. 
 Todos nós temos coisas que gostaríamos de mudar em nós mesmos, mas quando Deus nos criou, Ele disse que: “… era muito bom...” (Gn 1:31 NKJV), portanto comece a se ver como Ele o vê. 
Terceiro, pare de se punir com os “e se…” 
Depois de tropeçar feio e ser levantado por Deus, Davi escreveu: “Feliz é a pessoa cujos pecados são perdoados... a quem o Senhor não considera culpado...” (Sl 32:1-2 NCV)

Perdoe a si mesmo; Deus já perdoou você. 
Ele vê você através da cruz, portanto, você é “aceito” (Ef 1:6 NKJV). 

Finalmente, passe da dor ao ganho. 
A cura leva tempo, portanto, pode contar com um pouco de ira, medo e tristeza. 
Não renegue estas coisas; elas são parte do processo. 
Mas também não as adote; saiba quando é tempo de seguir em frente. 
Você não pode andar para trás enquanto avança para o futuro, e o futuro que Deus tem em mente contém mais felicidade do que qualquer passado que você possa se lembrar.



Devocional do dia 20/08/2010

“Eis que faço novas todas as coisas…” – Apocalipse 21:5 NKJV

O seu passado pode ser um peso que o impede de levantar voo, ou o vento sob as suas asas. 
Portanto, aceite o que passou. 
Se não fizer isso, você continuará revivendo essas coisas. 

Enquanto trabalhava no Congo como missionária, Helen Roseveare foi brutalmente violentada. Escrevendo a respeito, ela diz: “Preciso perguntar a mim mesma: ‘Posso agradecer a Deus por ter me dado esta experiência, ainda que Ele nunca me diga a razão?’” 

O segredo da confiança não está nas respostas que obtemos; está na aceitação. 
É saber que em meio a qualquer coisa que tenha acontecido, está acontecendo ou vai acontecer, Deus está no controle. 
Ou você reprograma a sua mente com relação ao fato e se decide a viver outra vez, ou passa pela vida achando que ela nunca foi justa com você.
 Então, você precisa enterrar o passado ou viver cercado de fantasmas. 
Cultivar novamente antigas feridas é como assistir ao mesmo filme vezes seguidas, esperando ver um final diferente. 
Não adianta! 
Aprenda com o que passou e continue vivendo. 

Você não se afoga se cair na água, você se afoga se ficar lá. 

Desista do jogo da culpa. 
A culpa é perda de tempo. 
Quando você se culpa, o sentimento de culpa é multiplicado, você se acorrenta ao passado e alimenta a sua baixa autoestima. 
Quando você culpa a Deus, impede que o poder Dele flua até você, a dúvida substitui a confiança, e você aprofunda raízes de amargura que tornam você uma pessoa negativa. 
Culpar os outros, somente aumenta a distância entre eles e você, e com que acabe abrindo mão da única opção que funciona – o perdão

Em vez disso, confie Naquele que prometeu “fazer novas todas as coisas”, e siga em frente.


domingo, 8 de agosto de 2010

DIA DOS PAIS

Meus pais: Aroldo e Joana.

Obrigada Deus pelo pai que tu me deste.
Tu não erras nunca... por isso posso dizer: Ele é o melhor pai do mundo, pois foi dado por Ti.
E obrigada por seres  o MEU PAI DO CÉU!






Volte Para Casa de Max Lucado

Inglaterra. Século dezenove. Natal. Numa pequena cidade, existe a tradição de uma festa geral na qual todas as crianças recebem presentes. E uma ocasião festiva; os sorrisos alegres dos pequeninos, uma árvore alta na praça, pacotes coloridos. Existe um rapaz retardado na cidade que, devido à sua deficiência, é vítima de muitas brincadeiras cruéis. A peça que lhe pregam nesse dia de Natal é a mais cruel de todas.
 À medida que a montanha de presentes vai ficando menor e menor, seu rosto vai ficando mais e mais comprido. Ele é velho demais para um presente, mas não sabe disso. Seu coração infantil está pesado enquanto ele observa todos receberem presentes, menos ele próprio. Então alguns dos meninos vêm a ele com um presente. O seu é o último debaixo da árvore. Seus olhos dançam enquanto ele olha o pacote vistosamente embrulhado. Sua excitação aumenta quando arranca as fitas. Seus dedos se atropelam para rasgar o papel. Mas quando ele abre a caixa, seu coração afunda.
Está vazia.
O embrulho era atraente. As fitas eram vivamente coloridas. O exterior era suficiente para fazê-lo chegar ao interior; mas quando ele chegou ao interior, a caixa estava vazia!

Você já esteve nessa situação alguma vez?
Muitas pessoas estiveram.

Uma jovem mãe chora silenciosamente em seu travesseiro. Toda a vida ela havia sonhado com o casamento. "Se apenas eu pudesse ter um lar. Se apenas pudesse ter um marido e uma casa."
E, assim, agora está casada. A lua-de-mel acabou-se há muito tempo. O túnel que ela escavou para sair de uma prisão apenas levou a outra. Seu país encantado tornou-se um país de fraldas sujas, dificuldades de transporte e contas.
Ela partilha a cama com um marido a quem não ama. Ouve o sono calmo de uma criança que não sabe como criar. E sente a areia de sua juventude escoar-lhe por dentre os dedos.

Um homem de negócios de meia idade senta-se em seu luxuoso escritório, olhos fixos fora da janela, sem nada ver. Um carro esporte vermelho alemão espera por ele no estacionamento. Há um anel de ouro em seu dedo e um cartão de crédito dourado em sua carteira. Seu nome está gravado em metal numa porta de nogueira e numa escrivaninha de nogueira. Seu terno é feito por alfaiate. Seus sapatos são costurados a mão, seu nome é bem conhecido. Ele devia ser feliz. Possui tudo o que se dispôs a obter quando se postou ao pé da escada olhando para cima. Mas agora que tem o que deseja, ele não mais o deseja. Agora que está no topo da escada, vê que esta encontra-se encostada no prédio errado.
Ele deixou a jovem esposa submersa na poeira de sua ambição. As crianças que o chamavam de papai já não o chamam de papai; têm um novo pai. E embora possua tudo que o sucesso oferece, ele o trocaria para ter um lar ao qual pudesse retornar nessa noite.

Já contei os buracos nas placas do teto cem vezes." A voz tremeu a despeito de uma tentativa de parecer estável. "Dizem que ficarei engessado seis semanas. Também dizem que tenho sorte em estar vivo."
Sua voz mal podia ser ouvida através da máscara de oxigênio. A pele de sua testa e do nariz estava esfolada. "Eles ficam perguntando do que me lembro. Nem mesmo me lembro de ter entrado no carro, quanto mais de dirigi-lo. Eu jamais havia experimentado craque antes. Acho que tomei demais. Pensarei antes de experimentá-lo novamente. Na verdade, parece que vou ter tempo mais do que suficiente para pensar."


Nenhuma brincadeira. 
Nenhum barulho. 
Nenhuma luz piscando. 
Seus sonhos se tornaram realidade, mas em vez de o deixarem dormir, estão fazendo com que fique acordado. 
O que você faz numa hora dessas? 
Aonde você vai quando o desfile pára? 
Seus fracassos sugam o alicerce arenoso do seu futuro, arrancando-o de sob você. 

E agora, o que fazer?


Pode culpar o mundo. 
O filho pródigo podia ter feito isso. De fato, provavelmente foi o que fez (Lucas 15:11-27).
O rapaz mirou o seu reflexo na poça enlameada. Ele questionou se o rosto era realmente seu. Não se parecia consigo.
A chama dos olhos estava agora apagada. A risadinha irônica havia sido humilhada. A atitude leviana dera lugar à sobriedade.
Ele revirou de ponta-cabeça e aterrissou de cara no chão.
Não bastava estar sem amigos. Não bastava estar sem um tostão. Não bastava penhorar seu anel, seu casaco, até mesmo os sapatos. As longas horas de perambulação pelas ruas não o quebraram. Você poderia pensar que as noites passadas com apenas um travesseiro de alojamento ou os dias passados arrastando um balde de lavagem forçariam uma mudança no coração.

Mas não. O orgulho é feito de pedra. Fortes batidas podem lascá-lo, mas é necessário o malho da realidade para quebrá-lo.
O dele estava começando a rachar.
Os primeiros dias de miséria foram provavelmente cheios de vapor do ressentimento. Ele estava bravo com todos. Todos tinham culpa. Seus amigos não deviam tê-lo abandonado. E seu irmão devia vir e livrá-lo. Seu patrão devia alimentá-lo melhor e seu pai jamais devia tê-lo deixado partir em primeiro lugar.
Ele deu aos porcos os nomes de cada um deles.

O fracasso convida a apontar o dedo e passar adiante a responsabilidade. A pessoa pode estar sem dinheiro, sem emprego e sem amigos, mas jamais estará sem alguém a quem culpar.

Às vezes é a família:
"Se meus pais tivessem levado mais a sério a sua tarefa..."
"Se meu marido não fosse tão egoísta..."
"Se meus filhos tivessem algum respeito por mim..."
"Se me tivessem ensinado a usar o peniquinho mais cedo..."

As vezes é o sistema:
"Ninguém pode tirar nota boa nesta escola!"
"Se me tivessem dado uma oportunidade igual, eu teria sido promovido."
"Este lugar está todo `arranjado'."
"Não há como alguém possa subir nesta vida."

Até mesmo a igreja já foi responsabilizada por algumas coisas:
"Oh, eu freqüentaria a igreja, mas você sabia que fui à igreja uma vez em 1958 e ninguém veio me visitar?"
"Aquele grupo de gente? Um bando de hipócritas."
"Tenho planos de voltar para a igreja. Assim que eu encontre uma que esteja ensinando a doutrina certa, abrigando todos os desabrigados, alimentando todos os doentes e dando prêmios de assiduidade, então voltarei."


Logo, você está certo e os demais errados. 
Você é a vítima e o mundo é o seu inimigo.


Uma segunda opção é a de continuar as brincadeiras, só que desta vez com um pouco mais de abandono.


Minha esposa tem um primo chamado Rob. Rob é um ótimo sujeito. Seu bom coração e sorriso amistoso o tornam querido de todos. Ele é o tipo de pessoa a quem você pode recorrer quando não pode apelar para mais ninguém.
Assim, quando as Bandeirantes precisaram de alguém que se fantasiasse de monstro numa festa para arrecadar fundos, quem foi que chamaram? Acertou. Rob.
Mas houve alguns problemas. Primeiro, ninguém previu que o dia da campanha estaria tão quente. Segundo, Rob não sabia que a fantasia seria tão grande. Terceiro, quem teria imaginado que os óculos de Rob embaçariam tanto que ele não conseguiria enxergar? Enquanto ele estava sentado no palco esperando sua vez de falar, o calor dentro da máscara cobriu-lhe os óculos de vapor. Ele não os podia limpar — as patas eram grandes demais para caber no buraco dos olhos.
Ele começou a ficar preocupado. A qualquer momento seria chamado para fazer uma palestra e não podia, nem mesmo, ver onde estava o palco!
Assim, sussurrou pedindo ajuda. A fantasia era espessa demais e seus apelos não foram ouvidos.
Ele começou a abanar as mãos. O que ouviu em resposta foram gritinhos de alegria das crianças. Acharam que ele acenava para elas!

Ao ouvir essa história, ri. . . e depois suspirei. Era conhecida demais.

Pedidos de ajuda abafados atrás de rostos fantasiados? 
Medo escondido atrás de um sorriso pintado? 
Sinais de desespero confundidos com sinais de alegria?

Diga-me se isso não descreve o nosso mundo.

Desde que Eva costurou as folhas de figueira para cobrir Adão, temos estado a disfarçar as nossas verdades.
E ficamos melhor a cada geração.
A criatividade de Michelangelo não é nada se comparada à maneira como um homem calvo usa alguns poucos fios de cabelo. O mago Merlin ficaria espantado com a nossa capacidade de apertar uma cintura de lenhador em calças tamanho bailarina.

Somos mestres em disfarces. 
Carros são dirigidos para impressionar. 
Calças jeans são compradas para retratar uma imagem. 
Sotaques são adquiridos para esconder uma herança. 
Nomes importantes são mencionados. 
Pesos são levantados. 
Lorotas são contadas. 
Brinquedos são comprados. 
Conquistas são professadas.

E ignoramos a dor
E, com o tempo, o verdadeiro eu fica esquecido.


Os índios costumavam dizer que dentro de cada coração existe uma faca. Essa faca anda como a mão que marca os minutos num relógio. Toda vez que o coração mente, a faca gira um pouco. Ao girar, ela corta o coração. Ao girar, ela entalha um círculo. Quanto mais ela gira, mais amplo se torna o círculo. Após a faca ter girado uma volta completa, uma trilha foi recortada. O resultado? Nada resta da dor, nada resta do coração.

Uma escolha que o rapaz no chiqueiro dos porcos tinha era a de voltar ao baile de máscaras e fingir que estava tudo bem.
Ele podia ter recortado sua integridade até a dor desaparecer. 
Poderia ter feito o que fazem milhões de pessoas. 
Poderia ter passado toda uma vida no chiqueiro fazendo de conta que era um palácio. 

Mas não foi o que fez.

Algo lhe disse que esse era o momento da verdade e para a verdade.

Olhou na água. O rosto que viu não era bonito — enlameado e inchado. Ele desviou os olhos. "Não pense nisso. Você não é pior do que os outros. As coisas vão melhorar amanhã."

As mentiras antecipavam um ouvido receptivo. Sempre o haviam encontrado antes. "Não desta vez", murmurou ele. E mirou o seu reflexo.

- Quão baixo caí.
Suas primeiras palavras da verdade.

Ele olhou dentro dos próprios olhos. 
Pensou em seu pai. — Sempre disseram que eu tinha os seus olhos.

Podia ver a mágoa no rosto do pai quando lhe havia dito que estava de partida.
- Quanto devo tê-lo magoado.

Uma rachadura ziguezagueou através do coração do rapaz.

Uma lágrima pingou na poça. 
Outra logo se seguiu. 
Depois outra.  
Então o dique rompeu-se. Ele enterrou o rosto nas mãos sujas enquanto as lágrimas fizeram o que lágrimas fazem tão bem: limparam-lhe a alma.

Seu rosto ainda estava molhado quando ele se sentou perto do charco. 
Pela primeira vez em muito tempo pensou no lar. 
As lembranças aqueceram-no. 
Lembranças de risos em torno da mesa do jantar. 
Lembranças de uma cama quentinha. 
Lembranças de noites na varanda com o pai enquanto ouviam o som hipnótico dos grilos.

- Pai.  

Ele disse a palavra em voz alta enquanto olhava para si mesmo. — Costumavam dizer que eu era parecido consigo. Agora o senhor nem mesmo me reconheceria. Puxa vida, dei com os burros n'água, não dei?

Ele ergueu-se e pôs-se a andar.

A estrada que levava de volta ao lar era mais longa do que se lembrava. Na última vez que viajara por ela, seu estilo havia feito cabeças voltarem-se. Se fizesse cabeças se voltarem dessa vez, seria por causa do seu fedor. Suas roupas estavam rasgadas, o cabelo emaranhado, os pés pretos. Mas isso não o incomodava porque, pela primeira vez em todo um calendário de sofrimentos, ele estava com a consciência limpa.

Estava voltando ao lar. 
Voltava ao lar como um homem transformado. 
Não exigindo receber o que merecia, mas disposto a aceitar qualquer coisa que pudesse receber. 
"Dê-me" havia sido substituído por "ajude-me", e sua rebeldia havia sido substituída pelo arrependimento.

Voltou pedindo tudo, nada tendo para dar em troca. Não tinha dinheiro algum. Não tinha desculpa alguma.

E não tinha a menor idéia de quanto o pai havia sentido a sua falta.

Não tinha a menor idéia do número de vezes em que o pai se havia detido entre duas tarefas a fim de espiar pelo portão da frente a ver se enxergava o filho. O rapaz não tinha a menor idéia do número de vezes em que o pai havia acordado de um sono inquieto, ido ao quarto do filho e sentado na cama do rapaz. E o filho jamais teria acreditado nas horas em que o pai havia-se sentado na varanda, próximo da cadeira de balanço vazia, olhando, anelando por ver aquele vulto conhecido, aquele andar aquele rosto.

Enquanto o rapaz fazia a curva que levava à casa, ensaiava mais uma vez o que iria dizer.

"Pai, pequei contra os céus e contra ti."

Ele aproximou-se do portão e colocou a mão na tranca. 
Começou a levantá-la, depois se deteve. 
O plano de ir para casa subitamente parecia tolo. 
"O que adianta?", ele ouviu-se perguntando a si mesmo. "
Que chance tenho?" 
Inclinou a cabeça, voltou-se e começou a se afastar.

Então ouviu os passos. 
Ouviu as batidas de sandálias. 
Alguém estava correndo. 

Ele não se voltou para olhar. 
É provavelmente um empregado vindo me afugentar ou meu irmão mais velho querendo saber o que estou fazendo de volta à sua propriedade.
Começou a afastar-se.

Mas a voz que ouviu não era a voz de um empregado nem a voz do irmão; era a voz do pai.
- Filho!
- Pai?

Ele virou para abrir o portão, mas o pai já o tinha aberto. 
O filho olhou o pai parado na entrada. 
Lágrimas brilhavam em suas faces enquanto braços se estendiam do leste ao oeste convidando o filho a vir para casa.

- Pai, pequei... As palavras foram sufocadas enquanto o rapaz enterrava o rosto no ombro do pai.

Os dois choraram. Por uma eternidade, ficaram junto ao portão entrelaçados como se fossem um. As palavras eram desnecessárias.
O arrependimento havia ocorrido, o perdão havia sido concedido.

O rapaz estava em casa.

Se existe uma cena nesta história que merece ser emoldurada, é a do pai com as mãos estendidas. Suas lágrimas comovem. Seu sorriso emociona. Mas suas mãos nos chamam ao lar. Imagine essas mãos. Dedos fortes. Palmas enrugadas com as marcas da vida. Abertas, estendidas como um largo portão, deixando a entrada como única opção.

Quando Jesus contou essa parábola do pai amoroso, pergunto-me, será que ele usou as mãos? Quando chegou a esse ponto na história, será que abriu os braços para ilustrar o que dizia?

Será que ele percebeu os pensamentos daqueles na audiência que estavam refletindo deste modo: "
Eu jamais poderia ir para casa. 
Não depois da vida que tive"? 

Será que ele viu uma dona de casa olhar para o chão e um homem de negócios sacudir a cabeça como que a dizer: 
"Não posso começar de novo. Fiz uma embrulhada grande demais"? 

E será que ele abriu os braços mais ainda como que a dizer: 
"Sim. Pode, sim. Pode vir para casa"?

Se ele fez ou deixou de fazer isso aquele dia, não sei. 
Mas sei que o fez mais tarde. 
Ele estirou as mãos tanto quanto pôde. 
Forçou os braços a se abrirem tanto que doeu. 
E para provar que esses braços jamais se cruzariam e que essas mãos jamais se fechariam, ele fez com que fossem pregados abertos.

Ainda estão assim...
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Você encontra essa e outras mensagens para o dia dos pais no site HERMENEUTICA.



sábado, 7 de agosto de 2010

AINDA ASSIM...


"Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação." Habacuque 3:17-18

Pensamento: Imaginem a situação de Habacuque, sem previsão de colheita, sem poder contar com a sua produção, sem perspectivas nem sequer de garantir o seu próprio mantimento. Eu imagino que este homem tenha trabalhado tanto, se esforçado, se dedicado, e mesmo assim, devido às situações adversas, ele não alcançou o resultado que esperava. Este homem poderia ter ficado frustrado, poderia ter murmurado, mas ele manteve sua alegria no Senhor. Ele devia ter uma família, e precisava lhes prover o sustento, devia ter contas para pagar, enfim, assim como nós hoje em dia, desde aquele tempo o homem enfrenta os mesmos problemas. Mas ele acreditava no mesmo Deus que nós cremos, um Deus que é capaz de renovar a nossa esperança, porque podemos crer na sua fidelidade, e porque podemos descansar na certeza de que Ele supre todas as nossas necessidades.

Oração: Senhor Deus, ainda que as adversidades se levantem contra mim, ainda que eu não alcance o resultado que eu espero, e mesmo que as coisas pareçam tão difíceis a ponto de me fazer pensar em jogar tudo para o alto, ainda assim, eu quero poder me alegrar, e glorificar ao Senhor, porque em Ti, eu sei que as tribulações são passageiras, e que logo o Senhor me trará a vitória. Obrigado pela Sua fidelidade. Eu oro em nome de Jesus. Amém.


EXTRAÍDO DE DEVOCIONAL DIÁRIO - DEVOCIONAL ALEATÓRIO.

firmeza e constância




"Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor." 1 Coríntios 15:58

Pensamento: 
Diante dos desafios do dia-a-dia, muitas vezes pensamos em desistir !!! 
Pensamos em abandonar o que estamos fazendo, porque o resultado está demorando demais, porque o tempo da colheita parece que nunca vai chegar !!! 
Mas sejamos firmes e constantes, porque todo trabalho que fazemos e apresentamos ao Senhor, não é em vão. 
Vamos nos ocupar com a semeadura, cuidando para que seja em abundância, e certamente logo chegará o período da colheita !!!

Oração:  
Pai querido, eu agradeço ao Senhor, pela Sua fidelidade. 
Agradeço porque todo o meu trabalho, todas as lutas e os desafios, não serão em vão. 
Renova-me o ânimo, para que eu continue suportando a pressão do dia-a-dia. 
Ajuda-me a semear com abundância, crendo, com muita fé, que a colheita logo chegará. 
Eu oro em nome de Jesus.